SST em 2026: ABRESST alerta que qualidade técnica, inovação ética e compromisso com a vida são imperativos diante da escalada de acidentes de trabalho no Brasil
Com 380 mil acidentes de trabalho e cerca de 1.700 mortes no primeiro semestre de 2025 - crescimento de quase 9% em relação a 2024 - a ABRESST aponta que a SST precisa de qualificação técnica elevada, uso responsável de tecnologia e forte responsabilidade empresarial para reverter a tendência e proteger trabalhadores em 2026
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SST em 2026: ABRESST alerta que qualidade técnica, inovação ética e compromisso com a vida são imperativos diante da escalada de acidentes de trabalho no Brasil Com 380 mil acidentes de trabalho e cerca de 1.700 mortes no primeiro semestre de 2025 - crescimento de quase 9% em relação a 2024 - a ABRESST aponta que a SST precisa de qualificação técnica elevada, uso responsável de tecnologia e forte responsabilidade empresarial para reverter a tendência e proteger trabalhadores em 2026 O cenário da Saúde e Segurança do Trabalho no Brasil segue desafiador. Dados oficiais de 2025 mostram que, no primeiro semestre, o País contabilizou 380.376 acidentes de trabalho e 1.689 mortes, com alta de quase 9 % nos acidentes e mais de 5% nos óbitos em comparação com o mesmo período anterior, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Diante dessa realidade preocupante, a Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho (ABRESST) apresenta sua avaliação estratégica para 2026, um ano decisivo para fortalecer práticas que unam qualidade técnica, inovação responsável, ética no uso de tecnologia e compromisso com a vida humana. “O futuro da SST passa por técnica, ética, inovação responsável e compromisso com a vida”, afirma o presidente da entidade, Dr. Ricardo Pacheco. “Os números nos lembram de que cada acidente, cada afastamento e cada perda representa uma vida - e isso exige respostas profundas, humanas e técnicas.” Dados de 2025: uma tendência alarmante que exige ação Os dados mais recentes reiteram que, mesmo com esforços de prevenção, a acidentalidade continua elevada. Além disso, o aumento desses índices em relação ao ano anterior confirma uma tendência de elevação que vem persistindo nos últimos ciclos de análise - mesmo que em ritmos diferentes - o que reforça a necessidade de fortalecer políticas, técnicas e cultura de prevenção no ambiente laboral. “Estes números – mais de 380 mil acidentes e quase 1.700 mortes não são apenas estatísticas - são trabalhadores com famílias, sonhos e histórias. Por isso, transformar a SST é um compromisso da ABRESST com a vida das pessoas”, diz Dr. Ricardo Pacheco. SST como pilar estratégico nas empresas Para a ABRESST, a SST já não pode ser tratada como um elemento isolado da gestão empresarial. Sua função hoje é estratégica e deve ser integrada às decisões de negócios. “A SST não é um departamento operacional - ela é um vetor de sustentabilidade, desempenho e respeito aos recursos humanos das empresas”, afirma o médico e presidente da entidade, Dr. Ricardo Pacheco. Empresas que adotam a SST como prioridade conseguem reduzir sinistros, afastamentos e custos, ao mesmo tempo em que elevam a confiança de trabalhadores e parceiros. Qualificação técnica: diferencial competitivo estrutural A qualificação dos profissionais que atuam em SST - incluindo médicos, engenheiros, técnicos e especialistas - é um dos principais fatores que determinam a eficácia de qualquer programa de prevenção. “Profissionais com formação técnica sólida não apenas identificam riscos, como também interpretam contextos complexos e propõem soluções eficazes. Isso é um diferencial competitivo real”, ressalta Dr. Ricardo Pacheco. Investir em educação contínua, certificações especializadas e atualização em práticas avançadas de SST significa garantir que as empresas estejam preparadas para desafios atuais e futuros. Inovação tecnológica com responsabilidade ética O uso de tecnologias como sensores inteligentes, análise preditiva e inteligência artificial está se tornando cada vez mais importante para antecipar e mitigar riscos. Essas ferramentas podem identificar padrões de risco que escapam à observação direta e fornecer insights valiosos para ações preventivas. “É importante enfatizar que tecnologia sem ética pode ser uma faca de dois gumes. Ela deve ampliar o cuidado humano, não o substituir”, afirma Pacheco. “O uso responsável de dados, com respeito à privacidade e à dignidade dos trabalhadores, é essencial.” A ABRESST defende que a adoção de tecnologia seja guiada por princípios éticos e por protocolos robustos de segurança e proteção de dados. Valorização das assessorias e dos profissionais de SST: o elemento humano insubstituível Apesar dos avanços tecnológicos, a SST continua sendo essencialmente humana. A ação preventiva, o cuidado com o trabalhador e a capacidade de interpretar contextos complexos dependem das assessorias e de profissionais com técnica, sensibilidade e compromisso. “Colocar as assessorias e o profissional de SST no centro das decisões é valorizar vidas”, enfatiza Dr. Ricardo Pacheco. Essa valorização deve refletir-se em melhores condições de trabalho, reconhecimento profissional e incentivos à formação continuada. Segurança jurídica e boas práticas de mercado como base da confiança Para que as ações de SST tenham impacto sustentável, a ABRESST destaca a necessidade de práticas empresariais associadas à segurança jurídica, ética e transparência. Empresas que adotam padrões éticos rigorosos, conformidade legal e governança sólida criam ambientes de confiança - essenciais para a eficácia de programas de SST. “Boas práticas de mercado e conformidade legal não são apenas requisitos - são valores que constroem credibilidade e proteção para todos”, afirma Pacheco. SST e o contexto socioeconômico mais amplo Os desafios em SST refletem uma realidade maior: a necessidade de políticas públicas, cultura empresarial e iniciativas intersetoriais que promovam ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis. Intervenções coordenadas entre governo, empresas e sociedade civil são fundamentais para reduzir acidentes e fortalecer a proteção dos trabalhadores. Construir uma SST centrada nas pessoas e na vida Ao olhar para 2026, a ABRESST reforça sua visão de que a SST é muito mais do que conformidade legal ou indicador de desempenho - é um compromisso ético com a vida humana e com o desenvolvimento sustentável das organizações e da sociedade. “Proteção da vida, técnica de excelência, inovação ética e responsabilidade empresarial são os pilares que nos guiam. É hora de transformar o presente para proteger o futuro”, conclui o presidente Dr. Ricardo Pacheco. Observação: os números citados refletem dados oficiais consolidados até o primeiro semestre de 2025 e reforçam a urgência de ações coordenadas e estratégicas em SST no Brasil. Sobre a ABRESST A Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho é uma entidade civil, de caráter profissional e sem fins lucrativos, com atuação em todo território nacional. É uma entidade que desde 1998 reúne e representa as empresas do setor, evidenciando para a sociedade os esforços que seus associados têm feito para melhorar a qualidade de vida do trabalhador brasileiro. Reunindo empresas da área de saúde e segurança no trabalho e criando normas e métodos de qualificação dos serviços da categoria, a ABRESST defende legalmente os interesses de seus associados, representando todos com muito empenho e dedicação. A ABRESST é presidida pelo médico Dr. Ricardo Pacheco, CRM-SP 87570 I RQE 22.683. Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. 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SANDRA MARIA DA CUNHA
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FONTE: Ricardo Pacheco, médico, gestor em saúde e presidente da ABRESST.