28/08/2023 às 17h45min - Atualizada em 29/08/2023 às 00h00min

Como identificar a hora certa de trocar o colchão

Especialista aponta umidade, desgaste e higiene como fatores que devem ser levados em consideração

Canal A Comunicação
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O corpo humano necessita de aproximadamente oito horas de sono por noite para repor as energias. Entretanto, fatores como o estresse, alimentação inadequada e falta de atividade física, muitas vezes em função do ritmo acelerado da vida, influenciam negativamente na qualidade do sono, reduzindo o tempo que as pessoas deveriam dormir. Outro aspecto importante a ser considerado é o estado e a validade do colchão, que dura entre 5 e 8 anos.

Muitos não sabem a hora certa de trocar o colchão. De acordo com André Gil, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Ortobom, é possível identificar algumas questões que levam a uma noite mal dormida. “É importante destacar o conforto, que pode ser macio ou firme. A escolha do colchão ideal não é uma qualidade única e pode variar de pessoa para pessoa, pois depende das preferências individuais. Além disso, deve se levar em consideração a durabilidade e a capacidade do colchão de manter o seu desempenho ao longo do tempo”, explica.

Segundo André, um colchão também acumula sujeira, umidade e até mesmo deformações estruturais que comprometem sua capacidade de oferecer suporte adequado ao corpo. Entre as dicas para saber se está na hora de trocar seu colchão, ele destaca:

O desgaste natural da estrutura física do colchão é uma das principais razões para substituí-lo. Se está acordando com dor no corpo sem razão aparente, pode ser consequência da deformidade, ocasionada pelo tempo de uso. Mola ou espuma aparecendo, sujeiras que não somem, apesar da limpeza, cheiro ruim, ranger excessivo... Tudo isso significa que está na hora de providenciar a troca do colchão.

O colchão ideal é fundamental para melhorar a qualidade do sono, o que afeta diretamente na produtividade e o bem-estar do indivíduo. Além disso, à medida que a vida evolui e passa por diferentes ciclos, como mudança de residência, casamento, separação e nascimentos, é importante avaliar se o colchão atende às necessidades específicas de cada fase.

Como moramos em um país tropical, com muito calor, o excesso de suor invade lençóis e forro e pode tornar úmido o tecido do colchão. Isso aumenta a proliferação de microrganismos, que podem causar rinite e outras alergias. Usar um protetor de colchão pode ajudar a prolongar a vida útil do colchão, ele cria um barreira que dificulta a penetração desses elementos no colchão.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a prevalência de doenças alérgicas continua aumentando no mundo, bem como suas complexidades e gravidades, especialmente entre crianças, idosos, imunossuprimidos e portadores de doenças crônicas. De acordo com o órgão, atualmente cerca de 300 milhões de pessoas sofrem com asma, 400 milhões com rinite e 25% da população já desenvolveu alergia a algum fármaco.

Por fim, procure uma loja especializada em colchões, para experimentar os diversos modelos e tirar dúvidas, como qual o melhor colchão para cada biotipo. A Ortobom apresenta campanhas com ofertas especiais ao longo do ano e condições especiais de pagamento. Acesse o site https://ortobom.com.br/ e saiba mais. 


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